ARQUEODJOUQS

 

                               

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Curtas:

 

Nunca empreste dinheiro a um geólogo. Eles consideram que um milhão de anos

é um intervalo curto de tempo.

 


 

P: O que é que um arqueólogo compra no Coronel Tapioca?

R: Ar de arqueólogo.

 


 

P: Porque é que os arqueólogos tendem a engordar?

R: Porque o trabalho faz emagrecer.

 


 

P: Porque é que os arqueólogos deixam crescer a barba?

R: Porque o "Coronel Tapioca" ainda não vende lâminas de barbear.

 


 

Diálogo arqueo"lógico" 1:

Arqueólogo 1(com um ar interrogativo): Ouve lá, se queres encontrar vestígios de uma civilização romana porque é que estás sempre a escavar à sombra desse chaparro?

Arqueólogo 2 (sem paciência): Então tu achas que os Romanos eram estúpidos ao ponto de construir uma civilização à torreira do sol?!

Arqueólogo 1 (pensativo): Bem, talvez tenhas razão. Se calhar por isso é que estou cá faz 2 meses e só descobri ainda uma ânfora romana.

Arqueólogo 2 (excitadíssimo): E ainda tinha vinho??

Arqueólogo 1: Não. Tive de a deitar fora.

Arqueólogo 2 (desiludido): Se calhar aproveitava-se o vasilhame...

Arqueólogo 1 (subitamente alentado): Já são 10 horas, está quase na hora do lanche.

Arqueólogo 2: Pois é, e estes ossos fazem-me muita fome.

Arqueólogo 1 (lembrando-se da sua ressaca): Sabes quem inventou a aspirina?

Arqueólogo 2 (inseguro): Penso que foram os Árabes...

Arqueólogo 1: Bolas. Então, por mais que escave, nunca encontrarei uma aqui.

 


 

Diálogo arqueo"lógico" 2:

    Numa escavação, está um dos trabalhadores contratados na povoação vizinha a olhar pensativo para um compartimento recentemente terminado. O arqueólogo, numa atitude didáctica, resolve ajudar a esclarecer as dúvidas:

Arqueólogo: Então? Posso ajudar em alguma coisa?

Trabalhador: Não estou a perceber, senhor doutor...

Arqueólogo: Então eu explico: temos aqui um compartimento de uma habitação do período romano. Aqui neste canto está uma lareira feita com fragmentos de cerâmica e pequenos blocos de quartzo; isto que vê aqui é um arranque de coluna que serviria, eventualmente, de sustentação a uma ombreira de porta que estaria mais ou menos nesta zona...

Trabalhador: Sim, sim, senhor doutor. Essas coisas eu percebo...

Arqueólogo: Ah sim? E então o que é que não percebe?

Trabalhador: É que sempre ouvi dizer que os romanos eram um povo inteligente e desenvolvido.

Arqueólogo: Ouviu dizer e é verdade.

Trabalhador: É isso que eu não percebo. Então se eram assim tão inteligentes, porque é que construiam as casitas assim tão fundo debaixo da terra?!

(adaptação livre de episódio verídico)

 


 

Diálogo arqueo"lógico" 3:

            Encontram-se três engenheiros de telecomunicações. Um francês, um inglês e um português.

            Diz o francês:

    - Andámos a fazer escavações junto a um conjunto megalítico e ao fim de 40 metros descobriram fio de cobre. Concluímos, por isso, que já na pré-história havia telefone em França.

            Resposta do inglês:

    - Nós, ao fim de 70 metros de escavação, encontrámos fibra óptica, também junto a um conjunto pré-histórico, por isso chegámos à conclusão que na Inglaterra, nessa época, já havia tv por cabo.

            O português, depois de ouvir atentamente os seus colegas, declara:

    - Nós escavámos junto a Foz Côa mais de 200 metros e nada encontrámos. Podemos, com base nessa realidade, declarar que na pré-história em Portugal já havia GSM.

 

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